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terça-feira, 21 de junho de 2011

A Marcha das Marchas - Por Louise Caroline

De onde vêm e pra onde vão os recentes movimentos “Marcha da Maconha”, “Marcha da Liberdade”, “Marcha das Vadias”?


Recentes manifestações políticas ocuparam as ruas do país e exigem reflexões sobre seu caráter. Tão excêntrica quanto as Marchas parece ser a compreensão sobre elas. À primeira vista, não cabem os padrões históricos que definem os Movimentos Sociais desde a década de 80 e talvez estejamos diante de um novo momento de lutas sociais, em diálogo com a nova cidadania interativa originada pelas estabilidade democráticas e pela conexão virtual globalizada.

Evidente que a confirmação dessa hipótese depende de estudos e análises mais profundos, a que não se pretende esse texto. Quer-se apenas despertar a necessidade dessa reflexão, política e acadêmica, trazendo foco às Marchas. Para isso, apresento aqui quatro interessantes características dessas recentes movimentações.


Diferentemente das lutas pela democratização política, por melhores salários, ou garantia dos direitos básicos, que impulsionaram a ação dos movimentos reivindicatórios brasileiros no final do século XX, as atuais Marchas têm por foco direitos individuais que, historicamente, fariam parte da pauta liberal e não da pauta socialista ou social-democrata, às quais estariam ligadas as lutas coletivas tradicionais por direitos.

As novas ações se tratam, por mais que haja relação com a busca de direitos, de questões relacionadas à liberdade individual de fazer, ser, usar o que quiser, sem limitações do Estado e com garantia de respeito coletivo às opções individuais.

A complexidade de compreensão do tema começa na tentativa de enquadrá-lo aos padrões típicos de classificação das mobilizações sociais ou mesmo da classificação jurídica dos Direitos Fundamentais. Padrão típico, reafirma-se, é o que as Marchas não seguem.

Senão, vejamos:

As reivindicações das Marchas poderiam ser compreendidas no bojo da 1a geração de direitos, por serem direitos civis e políticos, com conteúdo liberalizante (liberdade para usar maconha, liberdade para se relacionar com pessoas do mesmo sexo, liberdade para se vestir e se comportar), típicas liberdades clássicas, negativas ou formais. Entretanto, a ação do Estado não é dispensada, ou seja, as Marchas não querem que o Estado simplesmente deixe de agir e permita que as pessoas livremente dirijam suas vidas. Querem livremente dirigir suas vidas sim, mas querem que o Estado garanta isso, o que se aproxima em muito dos direitos de 2a geração, direitos sociais e culturais, que abrangem as liberdades positivas, reais. Não é, portanto, uma pauta que busca inação do Estado, mas que busca ação do Estado para que sua liberdade individual seja garantida e respeitada pelo conjunto da sociedade. A Marcha da Maconha quer legalizar a droga, não quer só o direito de usá-la, mas que haja regulamentação da produção, do consumo, apoio aos usuários na rede pública de saúde. A Marcha da Liberdade, originária das proibições judiciais de realização da Marcha da Maconha mas logo redesenhada como um amplo movimento pelas liberdades individuais, defende não apenas o direito ao amor livre, mas a regulamentação jurídica dos direitos de união civil e, ainda, a criminalização da homofobia, ou seja, uma lei que proíba e puna a discriminação contra os homossexuais.

Ainda, também, não há como excluir essas pautas dos direitos de 3a geração, comprometidos com a solidariedade, a paz e os direitos humanos.

Resumidamente, são movimentos com pautas individuais liberalizantes que, ao mesmo tempo, exigem ação estatal para efetivação dessas liberdades. São movimentos com pautas individuais, de direitos fundamentais ao ser, mas também intimamente ligados às liberdades positivas de aprofundamento da igualdade e ainda em sintonia com os direitos de solidariedade e titularidade coletiva.

Ou seja, essa primeira característica já demonstra a novidade, complexidade e excentricidade dos novos movimentos em curso.

Uma segunda característica de destaque é o perfil de quem organiza e quem marcha. Predominam jovens, universitários/as, brancos/as, de classe média. Ou seja, um público com direitos básicos razoavelmente adquiridos, mas incomodado por uma limitações à liberdade de exercer determinado comportamento (evidentemente, também relacionado a direitos).

A elevada qualidade de vida dos/as agentes dessas novas lutas, associada à conjuntura política de estabilidade democrática e livre expressão, parece permitir que se abram os olhos a questões não primárias, que, apesar de relevantes, não ocuparam lugar central anteriormente pela urgência de outras conquistas básicas.

Interessante que as Marchas brasileiras têm pontos de contato com os movimentos por liberdade sexual, libertação das mulheres, livre uso de drogas que sacodiram os EUA e a Europa nas décadas de 60/70. Note-se que ao mesmo tempo aconteciam mudanças profundas na política institucional e avanços consideráveis na garantia dos direitos básicos nesses países, assim como vemos no Brasil e na América Latina recentemente.

Suspeita-se, então, haver uma relação entre as conquistas dos direitos primários para a parcela majoritária da população com o levante de questões individuais por uma parcela mais escolarizada e com direitos já consolidados.

Dessa forma, verificamos que as Marchas não são movimentos de classe, nem de massas, mas que surgem após avanços sociais para a classe excluída, como se dissessem: “agora que há democracia, comida, saúde e educação queremos ir além, queremos ter prazer, estilo, espaço e respeito”.

A segunda característica, portanto, também apresenta peculiaridades significativas pelo protagonismo de grupos geralmente apáticos às questões políticas e fora do contexto de exclusão social que organizou as lutas do século passado.

A terceira característica percebida é a ausência, ou, algumas vezes, participação minoritária, das organizações tradicionais de representação como os partidos políticos, movimentos sociais institucionalizados, entidades estudantis e sindicais.


As Marchas parecem desejar personalidade própria. A Marcha da Maconha, de longe a mais consolidada, tem fóruns próprios de organização, com reuniões da Marcha, coordenadores da Marcha, representantes da Marcha. Mesmo que haja militantes partidários e parceria ou participação dos grupos tradicionais, esse não é o público majoritário e tampouco o ambiente é muito acolhedor a eles. Há, por parte desses/as jovens em marcha, inclusive, certo preconceito com os grupos tradicionais e, geralmente, pede-se a não utilização de bandeiras partidárias ou revela-se certa hostilidade diante delas. Na maioria das vezes, os/as ativistas em marcha participam de sua primeira manifestação política e acreditam estar fazendo algo tão novo e revolucionário que não deveria ser “contaminado” pela burocracia dos partidos e entidades tradicionais.

Ao mesmo tempo, os principais partidos de esquerda do país e as entidades estudantis e sindicais mais atuantes também passam por um período de refluxo social advindo da institucionalização de suas principais lutas. Com a chegada do PT à Presidência da República e o crescimento dos campos progressistas nos parlamentos, prefeituras e governos, o campo de esquerda está ocupado com a disputa institucional pela efetivação de suas bandeiras históricas, aproveitando o momento para aprovar leis e programas relacionados a direitos básicos, inclusive em diálogo com as pautas das próprias Marchas. Mas sua concentração na ação institucional afastou esse campo do contato mais direto na disputa ideológica dessa nova geração, sendo evidente o distanciamento do PT e dos movimentos tradicionais com a identidade em formação nas universidades e nas redes sociais do mundo virtual.

A imaturidade política dos que marcham associada à institucionalização do campo progressista tradicional – sem querer impor valor negativo a uma ou outra leitura, faz com que as Marchas também tenham certa imprecisão estratégica.



Afinal, marcha-se com qual objetivo de longo prazo? Contra quem ou contra o que se deposita o foco das marchas? No jogo político das decisões públicas – do qual saem as leis e ações estatais – estão identificados os aliados e adversários? Ou as Marchas apenas querem despertar atenção para o tema e deixar a estratégia política a outros atores? Essas lutas pontuais estão conectadas a alguma luta política mais geral? Deveriam estar? Como?

Enfim, o que importa ressaltar nessa terceira característica é que as Marchas estão à margem das discussões mais gerais, não são protagonizadas pelos grupos tradicionais de organização coletiva e abrigam pessoas das mais diversas matizes ideológicas.

A quarta e última característica é o meio pelo qual essas bandeiras ganham adeptos e por onde as Marchas são convocadas: a internet. As redes sociais permitem a elevação de uma questão desconhecida a uma adesão nacional, até mundial, em questão de horas. Evidente que a fragilidade da ascensão é a mesma do declínio. A efemeridade da internet e a facilidade de aderir às causas, cria também o militante virtual que aperta o botão mas não sai de casa. Bom exemplo é o Churrascão da Gente Diferenciada, protesto contra os ricos paulistanos de Higienópolis que recusaram o metrô no bairro para evitar o trânsito de “gente diferenciada”, que embora não seja Marcha também pode ser enquadrado nas quatro características aqui elencadas. Em uma semana, a página no Facebook do “Churrascão” registrou mais de 50 mil apoiadores, mas no dia reuniu aproximadamente dois mil (o que não deixa de ser considerável).



De toda forma, as redes sociais têm sido espaço de mobilização de ideias e debates que não se pode ignorar. Muito rapidamente pessoas de todos os lugares estabelecem redes de apoio ou oposição que começam a interferir na vida política real do país.

Grandes meios de comunicação já utilizam o Twitter como fonte, não só pelas declarações pessoais, mas pelo Trending Topics (os tópicos mais populares no momento). Partidos e Movimentos também se mobilizam para emplacar suas hashtags (marcação, termo padrão de mobilização na rede) e comemoram a entrada nos TT’s como significado de amplo apoio à sua causa.

As Marchas chegam rapidamente ao TT’s, bem como se pulverizam em velocidade altíssima pelo Facebook. A Marcha da Liberdade de São Paulo, ocorrida após a repressão policial à Marcha da Maconha, mobilizou mais de 3 mil pessoas em uma semana. E em um mês já ocorria em dezenas de cidade em todo país.

Em tempos de apatia política, o papel da internet e das redes sociais na mobilização de causas e movimentos é um tema relevante, que já vem sendo estudado, mas que agora precisa englobar as Marchas.



Conclusão

Como não se pretende esgotar o debate, ao contrário, suscitá-lo, farei considerações breves acerca dos quatro pontos, não sem antes informar de onde se fala. Sou militante partidária, petista, organizada há mais de 10 anos e sem qualquer intenção de deixar de sê-lo. Ao mesmo tempo, sou tuiteira, ativista empolgada de todas Marchas e profundamente comprometida com as pautas levantadas por esses movimentos.

Assim, falo de um lócus favorável às Marchas e também aos partidos, trazendo comigo reflexões que partem de um e de outro ponto de vista, sendo por isso, talvez, que minhas conclusões marchem em favor do diálogo entre esses dois mundos.

Sobre o primeiro ponto característico levantado no texto, cabe destacar que as lutas individuais, por direitos de liberdade e igualdade, também compõem direitos sociais e coletivos. Ou seja, não é problema exclusivo de um indivíduo se ele pode ou não casar com quem queira, mas um problema da sociedade, não restrito aos gays ou beneficiários diretos dessa política. A opressão a grupos minoritários – e isso é límpido na Teoria Geral do Direito ou nos registros históricos, políticos e sociológicos – não atinge apenas os membros dos grupos minoritários. A opressão de um grupo social atinge o equilíbrio de toda sociedade e joga contra a justiça do sistema. Embora não sejamos aqui capazes de definir exatamente de que tipo de direitos se compõem essas lutas, importa ressaltar que são causas individuais porém não individualistas e que suas consequências atingem o conjunto da sociedade. A Marcha da Maconha, por exemplo, é apoiada e mobilizada não só pelos usuários da substância, mas também por muitos que questionam o poder do tráfico e acreditam que a legalização poderá enfraquecer o crime. Ou seja, por mais que sejam pautas de liberdade individual, são temas de ampla repercussão em toda sociedade e que não dizem respeito apenas aos que estão diretamente vinculados.

No que diz respeito à segunda característica, não parece desimportante uma luta política pelo fato de que ela não seja de classe ou de massas. Ao contrário, a mobilização da classe média em favor de pautas que colaborem com a igualdade, a justiça e com questões intimamente ligadas ao equilíbrio de direitos é uma vitória, dado que o outro comportamento possível seria a omissão ou o favorecimento da opressão, da exploração, da desigualdade. O caso de Higienópolis foi flagrante: a classe média e alta da juventude paulistana foi quem protestou contra o preconceito dos moradores do bairro em relação aos pobres e trabalhadores, “gente diferenciada”, que poderia contaminar seu bairro. Seria preferível que essa juventude “pop cult” se somasse à adjetivação preconceituosa dos os moradores do bairro? Evidente que não. A participação desse segmento nas causas políticas mais progressistas, por mais limitações e peculiaridades que possa ter, é uma conquista relevante na caminhada por uma sociedade menos hipócrita e egoísta fundamental aos avanços mais concretos para a classe trabalhadora. Não parece, portanto, desprezível a colaboração dessa juventude classe média ao outro mundo possível que ao longo dos anos tem motivado a luta classista por uma sociedade de desconcentração de renda e cidadania plena.

Quanto à relação entre as Marchas e as questões políticas mais gerais, parece evidente que os direitos individuais estão relacionados ao sistema político e econômico, sendo impossível descolá-los. Uma sociedade patriarcal, concentradora de renda ou teocrática, por exemplo, dificilmente permitirá o casamento gay ou a liberdade sexual das mulheres. Ao mesmo tempo, uma sociedade de distribuição das riquezas sem equiparação dos gêneros, livre sexualidade ou comportamento, dificilmente produzirá um sentimento de igualdade entre seus membros. Ou seja, mesmo descolados das questões políticas mais gerais e determinantes, as Marchas e lutas por liberdade podem, ainda que sem esse objetivo claro, contribuir para o questionamento do sistema sócio-econômico, no momento em que desestruturam valores e crenças que alicerçam o grande sistema. De toda forma, entretanto, a ausência de uma estratégia política de fundo, de uma unidade ideológica e da capacidade de conectar as questões específicas às gerais, é um grande limitador dos avanços desses movimentos e da concretização de suas bandeiras.

Por outro lado, é urgente que os partidos de esquerda e as entidades estudantis e sindicais tenham a capacidade de englobar essas pautas, de forma consistente e não apenas visando um diálogo superficial com esses movimentos. O erguimento de novos padrões de relação, comportamento, conduta, valores, liberdades e felicidade para todas as pessoas é fundamental para uma nova lógica econômica e política a que se pretendem os grupos políticos de contestação tradicional.


Por fim, o quarto ponto já é o mais estudado dos três, afinal já não é de hoje e cada vez se intensifica o poder da internet sobre os debates e decisões públicas, às vezes subestimado, noutras superestimado. Levaremos um tempo para compreender exatamente o quanto as pessoas estão engajadas com as pautas que apoiam pelo computador, bem como quem e de que forma influencia e é influenciado nas redes sociais. Fica aqui apenas a verificação de que esse é o canal principal de mobilização desses movimentos que podem não ter vindo pra ficar, mas já deixaram sua novidade e sua marca e requerem atenção. Afinal, até o STF já conhece, entende e apoia essa contestação irreverente que as Marchas trouxeram ao cenário político brasileiro.

Que possamos seguir marchando, lutando, sonhando e refletindo sobre nossa caminhada, para que cada passo nos aproxime do mundo de igualdade, justiça e respeito que impulsionam nossos gritos por liberdade.


Louise Caroline Lima e Silva (@LouCarolinePE no Twitter) é mestranda em Ciência Política na UFPE, militante do PT e Secretária da Mulher na Prefeitura de Caruaru. Foi vice-presidente da UNE de 2005 a 2007.


Serviço:
 
Louise Caroline, também é Secretaria Especial da Mulher da Cidade de Caruaru, interior de Pernambuco. Foi vice-presidente da União Nacional dos Estudantes - UNE de 2005 a 2007 e, com base nessa experiência lançou o livro "Outras Palavras" em 2009, que reune os textos e artigos sobre o Movimento Estudantil, a Educação e Política em geral. Os 15 textos foram reunidos numa edição, publicada pela Editora da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) no livro.

Boa parte dos artigos é voltada para a área educacional, defendendo o sistema de cotas, da reforma universitária e das eleições diretas para reitor. O prefácio do livro é do jornalista Ricardo Noblat e o texto da orelha é de autoria de Fernando Lyra. (Da Redação do pe360graus.com)

terça-feira, 22 de março de 2011

1º Curso de Liderança Juvenil da Universidade Católica de Brasília - UCB

1º Curso de Liderança Juvenil da Universidade Católica de Brasília - UCB

Jovens impetuosos, em busca do “caminho de transformação”, podem conferir vagas no 1º Curso de Liderança Juvenil da Universidade Católica de Brasília. Esta atividade é uma iniciativa do Projeto Celebrações e Reflexões da Diretoria de Pastoral – DiPas. O objetivo é contribuir para o desenvolvimento humano, profissional, político e espiritual das juventudes, colaborando para a construção de uma sociedade justa, fraterna e sustentável.

Para um maior alcance, a busca do “caminho” percorre uma abordagem de cincos eixos temáticos: Formação humana e autoconhecimento; Empreendedorismo juvenil; Ética e ecologia; Violência e Juventude; Arte “Caminho de transformação”.

As inscrições (gratuitas e abertas ao público) estão abertas e vão até o dia 18 de abril. Para participar do curso o jovem precisa ter entre 17 a 28 anos e ensino médio completo. Alunos da UCB também podem se inscrever.

As aulas acontecerão às quartas e sextas-feiras, de 20 de abril a 1º de junho de 2011, das 14h às 17h, no Campus I da UCB, completando carga de 60 horas/aula. Ao concluir o curso o estudante receberá certificado de atividade extracurricular.

SERVIÇO

1º Curso de Liderança Juvenil


Inscrições: até 18 de abril de 2011
Documentação exigida: CPF e Certificado de conclusão do Ensino Médio
Horário de atendimento: 8h às 12h e das 13h30 às 17h
Local: Bloco L, salas 017 e 018 - Campus I, Taguatinga - Universidade Católica de Brasília (UCB)
Informações: (61) 3356. 9170 – 9275
Período do curso: 20 de abril a 1º de junho de 2011, das 14h às 17h
 
Mais informações: www.ucb.br

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Seminário de encerramento do projeto “Juventude e Prevenção da Violência” - FBSP


O Ministério da Justiça, por meio do Pronasci, firmou um termo de parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública em dezembro de 2008 para o desenvolvimento e execução de ambicioso programa de trabalho sobre juventude e prevenção da violência, com vistas a produzir insumos para a coordenação de juventude do Pronasci e, mais que isso, aprofundar o conhecimento em torno da associação de jovens de 12 a 29 anos com a violência.

Concebido em módulos e executado em parceria, entre outros, com o Instituto Sou da Paz e o Ilanud, o projeto englobou atividades de pesquisa, sistematização de práticas de prevenção, organização de seminários e elaboração de cartilhas para auxiliar os gestores de ações de prevenção da violência no aumento da eficácia de seus projetos.

Com o encerramento do projeto “Juventude e Prevenção da Violência” realizar-se-a um seminário de encerramento, que apresentará os principais produtos e resultados do projeto nos dias 24 e 25 de fevereiro, em Brasília.

Para ver a programação do seminário, faça download do pdf abaixo.
 

sábado, 19 de fevereiro de 2011

“Todo mundo avisou, todo mundo implorou” e os policiais: “é vagabundo tem de apanhar”

Clique aqui para conhecer a Campanha Nacional Contra o Extermínio da Juventude Negra [Link]
Neste post aqui reproduzi um vídeo do Jornal da Globo cujas câmeras de segurança de um prédio em Feira de Santana flagraram dois policiais agressores espancando um jovem negro. Mas o Jornal da Record fez uma reportagem bem mais interessante sobre o caso do adolescente que foi brutalmente espancado quando chegava ao trabalho.

Não sou policial, mas sei reconhecer um mecânico. O guri que pilotava a moto estava de macacão com a cor azul e o mesmo modelo usado em oficinas mecânicas. Não se justifica a polícia espancar ninguém em plena luz do dia, pois a escravidão já foi abolida no Brasil, mas este é mais um indício para percebermos como agem os policiais diante da juventude negra, não importa que ela estampe sua roupa de trabalho, que mostre todos os sinais de que não é ‘vagabundo’, a polícia trata jovens negros das periferias brasileiras como se fossem bandidos, sempre suspeitos, sempre culpados a priori e se vê no direito de também aplicar a sua ‘Justiça’.

Na reportagem da Record ficamos sabendo que o rapaz foi espancado a poucos metros da oficina onde trabalha, seus colegas avisaram os policiais que não se tratava de nenhum bandido. Pouco adiantou, na cabeça destes policiais racistas a cor do guri o condenava de antemão: ‘é vagabundo, tem de apanhar’, era o que os policiais espancadores diziam, segundo testemunho de um de seus colegas ouvidos pela reportagem.

Quando o Maria Frô falou pela primeira vez no caso um leitor apesar de achar a cena absurda disse que não via racismo. Experimente trocar a cor dos agressores e do agredido. Se você está neste time que tem uma imensa dificuldade de reconhecer que vivemos em uma sociedade racista e que o Estado, por meio de sua força policial, pratica racismo institucional, convido-o a ler o texto de Lio Nzumbi, do movimento Reaja ou Será Mort@ da Bahia.
 
Finalmente, a reportagem informa que os policiais agressores foram presos. Eles são policiais militares, serão julgados pela Justiça Comum? Vão responder por crime de racismo?

Um cidadão, trabalhador, menor, teve todos os seus direitos negados, foi  espancando em plena luz do dia em frente dos colegas de trabalho, o que o governo do Estado da Bahia fará? E o Ministério Público?

Segundo a reportagem o rapaz sente fortes dores de cabeça, um dos socos que ele recebeu dos policiais agressores foi tão forte que o capacete voou. O rapaz foi socado, estapeado, chutado, pisado, inúmeras vezes por dois homens corpulentos muito maiores que ele, a vítima fez exame de corpo de delito? Recebeu socorro? O Estado a indenizará?

http://noticias.r7.com/videos/policiais-sao-flagrados-por-camera-de-seguranca-espancado-jovem-em-feira-de-santana-ba-/idmedia/1044d90533920b6a40e87c5529983cbc.html

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Nova Geração no Poder: Os líderes do mundo de amanhã - The Independent


Texto traduzido com a ajuda do Google Tradutor e do BabelFishYahoo!, portanto, passível de erros de tradução. Além disso, algum trechos foram adpatados em relação ao texto original.





Cada político fala de construir um amanhã melhor. Mas quem realmente será responsável, dentro dos próximos 20 anos? Nossos correspondentes estrangeiros foram ao encontro de jovens promissores em todo o mundo (oito histórias de vida), homens e mulheres, que já estão trilhando o caminho  do poder político.
Sábado, 1 janeiro 2011

CHINA

Bai Yitong, 20, a chefe da aldeia com ambições
Por Clifford Coonan em Xi'an

Bai Yitong está mexendo com seu telefone móvel, como ela discute suas ambições políticas no país mais populoso do mundo. Com os cabelos amarrados para trás com força, e seu topo da moda com capuz, ela se parece com uma das jovens mulheres confiantes que você vê cada vez mais na China contemporânea.

Mas Bai, que completou 20 anos em dezembro, é uma das muito poucas mulheres aqui que fizeram o seu caminho dentro da estrutura política.

Em janeiro de 2009, quando ela tinha acabado de completar 18 anos, Bai foi eleita chefe da aldeia de Gaojie, uma aldeia nas montanhas do norte da província de Shaanxi.

"É meu sonho desde que eu era uma menina para ser uma mulher bem-sucedida", diz ela. "Alguns jovens são preguiçosos, mas eu me sinto terrível se eu não tenho nada para fazer. Quando meu pai entrou em contato comigo há dois anos na faculdade e me pediu para permanecer como chefe da aldeia, na nossa antiga casa, fiquei comovido. Tive que concordar ".

A aldeia tem 321 famílias, com uma população total de 1.217. É uma vila pequena para os padrões chineses, mas a sua eleição trouxe com ele a atenção da mídia frenética em toda a nação.

Poder na China está nas mãos do Partido Comunista, que leva o seu mandato a partir da eleição de 1949 que levou o partido ao poder. No entanto, existe uma quantidade limitada de democracia de base, incluindo o tipo de eleições que levaram ao poder Bai.
 
"Eu não tinha idéia de que eu me tornaria uma chefe de aldeia. Eu já tinha visto na TV sobre os funcionários locais e lido livros, então achei que poderia trazer coisas boas para a aldeia", diz ela.

Por trás de seus óculos de aro preto, seus olhos estão afiados - claramente as suas ambições se estendem para além Gaojie.

Estamos falando em seu quarto em uma universidade na capital regional de Xi'an, onde Bai está a estudar a política.

"Meu sonho é participar do Congresso Nacional do Povo. Eu ainda não fez o suficiente para chegar lá, mas é definitivamente uma ambição", diz ela.

A eleição foi uma aldeia de educação em si. Ela estava em uma plataforma anti-corrupção e venceu com facilidade. Um presente de 1.100 quilos de carvão para cada família, doados pelo seu pai, também ganhou corações e mentes.

"As pessoas estavam felizes porque os chefes de aldeia anterior tinha abusado de suas posições. Minha família é rica e de alto nível na aldeia, e é por isso que as pessoas confiam em mim, porque sei que não vou enganá-los", explica ela. "Eu faço todas as minhas próprias decisões. A primeira coisa que fiz foi apresentar uma aldeia evento de jogos, para incentivar a sensação de comunidade. Isso foi um grande sucesso.

"Além disso, estou tentando ter certeza de que todos os jovens que deixaram a aldeia para ir trabalhar nas cidades poderam voltar para casa para o Ano Novo Chinês. A maioria das pessoas estão satisfeitas".

No momento da sua eleição, Bai não era membro do Partido Comunista, e ela insiste que isso não é necessário se juntar [ao partido] para fazer o bem na China. Dito isto, são poucos os casos de alguém chegar a posições de grande poder na China, sem se juntar ao partido, e logo após sua eleição ela foi rapidamente encaminhada para dentro do partido, tornando-se um membro formal em novembro de 2009.

Ela tem o cuidado de insistir em que suas ambições políticas dependem agora de que o partido exige.

"No ano que vem, eu quero ser o líder local do partido e chefe da aldeia ao mesmo tempo. Eu quero ser a pessoa da minha sociedade precisa", diz ela.

A maior influência foi seu professor de história da China, Zheng Zhou. "Ele passou muitos anos em uma aldeia durante a Revolução Cultural, e ele tem um monte de lembranças. Empurrou-me a experimentar e tornar-se chefe da aldeia. Ele é muito sério sobre tudo na vida.

Ele sempre me disse: 'Não tente fazer muitas coisas, é melhor fazer uma coisa bem'. Hoje em dia, muitas pessoas são muito materialistas, mas o Sr. Zhou é puro de coração ".

Bai não está imune a toda a cultura popular - ela adora Avril Lavigne e é um grande fã de David Beckham. Mas ela não é uma reformadora. Questionada sobre quais as mudanças que gostaria de ver na China, ela diz que prefere enriquecer as coisas como elas são e não mudá-los.

"Eu gostaria de desenvolver políticas para a saúde, trazer coisas boas para os agricultores, e eu adoraria fazer mais para ajudar as pessoas de idade. A maioria das pessoas da minha aldeia são possuem mais de 40 anos, então eu me preocupo muito sobre como a sorte dessas pessoas idosas. Minha atitude em relação à política é que o sistema atual está adequado à realidade da China. Não podemos escolher um sistema que não funciona para a China."

ZIMBÁBUE

Promise Mkwananzi, 28, um pastor na luta estrutural
Por Daniel Howden, em Nairóbi

Promessa Mkwananzi nasceu tarde demais para ser um admirador de Robert Mugabe. "Ele foi o herói da libertação para os meus pais, mas não tenho idade suficiente para ter sido um defensor."

O jovem tinha acabado de chegar na universidade quando na escala do "homem velho" as falhas foram se tornando aparentes. A expansão do sistema de ensino foi a mais sólida das realizações do libertador desde que assumiu o leme de um Zimbabwe independente. Então foi um choque quando a economia espiral levou à supressão de empréstimos estudantis.

Como a vida normal no campus terminou, Mkwananzi entrou para a política estudantil e se moveu rapidamente para a ribalta. "Eu vi a injustiça na frente da minha cara ... eu acreditava que poderia fazer algo para ajudar o meu país."

O candidato a prêmio de advogado para ganhar a liderança do movimento estudantil foi uma série de desentendimentos com o aparato de segurança cada vez mais cruel. "Foi uma daquelas situações em que você pensa: indo para trás você morrer, vai para a frente você morrer, melhor morrer indo para a frente."

Ele tem uma lista de espancamentos e humilhações arbitrárias. A eleição simulada, em 2005, deixou claro que o regime de Mugabe não tinha qualquer intenção de ser votado fora. Mkwananzi estava entre os detidos na sequência do espancamento do líder da oposição Morgan Tsvangirai. Ele também foi golpeado com uma proibição da universidade nacional de sua parte nos protestos.

Mkwananzi foi cortejado pelo Movimento para a Mudança Democrática (MDC) para concorrer ao Parlamento na eleição de 2008. Mas quando o governo holandês ofereceu uma bolsa de estudos, Mkwananzi optou pela oportunidade de estudar em Utrecht. "Por um lado isso significava sair, mas na outra eu acreditava que eu tinha que terminar meus estudos."

A ironia é que o jovem político é exatamente o tipo de Zimbábue que o partido governista a tanto tempo dizia representar. Nascido dois anos após a independência, o filho de uma mãe solteira em uma área rural perto da cidade central de Kwe Kwe-, ele foi o primeiro da família a ir para a universidade.

Ele é crítico dos líderes que governaram o país durante a sua vida: "O país está sendo mantido como refém por um bando de seu antigo libertadores ... Eles se tornaram muito egoístas e corruptas ao longo dos anos, tornando-se uma lei para si mesmos. "

Estar longe, aos 28 anos de idade diz, tornou-o capaz de tomar um cooler vista do governo de coalizão. Ele vê uma "revolta de massas", apesar dos riscos inerentes, como a única forma de varrer a velha guarda fora do poder. "Minha visão é uma" nunca mais "abordagem, na qual nós transferimos a nossa confiança das pessoas para as instituições."

Quando perguntado onde ele vai estar daqui a cinco anos ", Mkwananzi sugere um posto ministerial, ele está prestes a voltar para casa para ter" o passo em tempo integral da política ". Este Zimbabwe sendo, em vez de um posto no gabinete, poderia haver uma cela de prisão esperando por ele ". Eu poderia ser preso"

BRASIL

Manuela D'Avila, 29, a sensação da ala esquerda
Por Jan Rocha, em São Paulo

Ela foi eleita para o Congresso brasileiro com mais de 270.000 votos, com a idade de apenas 25. Quatro anos depois, em outubro de 2010, Manuela D'Ávila foi reeleito com uma votação de meio milhão, uma vitória sem precedentes para um candidato do sexo feminino.

E tudo isso aconteceu no Rio Grande do Sul, estado mais meridional do Brasil, conhecido pela sua tradição "gaúcha"  de resistência de fronteira. O estado também é o berço da supermodelo Gisele Bündchen e alguns críticos têm sugerido que foi a beleza própria de D'Avila  que a ajudou a ganhar de forma tão convincente.

D'Avila, que agora é têm 29, descarta essa teoria, impaciente. "Só a imprensa que falava sobre a minha aparência", diz ela. "Eu fui eleita porque eu era uma jovem candidata, em um país jovem. Era uma questão de identificação. Eu já tinha um histórico."

A carreira de D'Avila começou na década de 1990, quando ela se envolveu na política estudantil. Ela estudou jornalismo na Universidade Católica em Porto Alegre, sua cidade natal, logo se tornando um líder estudantil, depois vice-presidente da União Nacional dos Estudantes - UNE. Então, ela se juntou ao Partido Comunista do Brasil.

Por que se juntar ao Partido Comunista, quando o comunismo tinha desmoronado em todo o mundo? "Era o partido o mais organizado entre os estudantes", ela diz agora.

"Eles abriram meus olhos para questões mais amplas, como as tentativas do governo de privatizar a empresa estatal de petróleo, de privatizar a produção mineral. Eles queriam reverter o estado. Mas em um país como o Brasil, onde a desigualdade é tão grande, o Estado é necessário ".
D'Avila é filha de pais de classe média - a mãe é uma juiza, seu pai é um professor universitário - que de repente se viram com uma filha que se tornou não só uma política (uma classe difamada no Brasil), mas uma política comunista. No início, eles ficaram alarmados, diz ela, mas agora eles estão orgulhosos.

No Congresso, os interesses D'Avila são diversos, abrangendo a juventude e o desporto, a liberdade da internet, e as questões de gays, lésbicas e transexuais. Mas a educação é sua paixão. Um estudo da OCDE sobre as habilidades aos 15 anos de idade, acaba de colocar o Brasil numa posição de 53 papis miserável dentre 65 países.

"A educação tem que ser uma prioridade", diz ela com firmeza. A maioria das crianças brasileiras vão para a escola agora, mas as horas em sala de aula são curtas, e  a maioria dos professores ainda são mal pagos e mal preparados. "Nós temos que fazer as escolas atraentes para os jovens."

Para colocar suas idéias em prática, em 2010 ela se candidatou a prefeita de Porto Alegre. Será sua segunda tentativa. Em 2008, até sua popularidade pessoal não poderia compensar o suporte limitado para os comunistas.

No Congresso, D'Ávila é apenas uma das  43 representantes do sexo feminino (de um total de 513). Contudo, o Brasil acaba de eleger sua primeira presidente mulher, Dilma Rousseff. "O presidente Lula, depois de oito anos no governo, deixou um bom legado. Dilma deveria ser capaz de trazer grandes reformas. O mundo está em um estado, mas é um bom momento para o Brasil."

ISRAEL

Alon-Lee Green, 23 anos, ativista e organizador
Por Stewart Catrina em Tel Aviv

Parece improvável que Alon-Lee Green nunca vai conduzir Israel, mas talvez devesse. Este rapaz magro de 23 anos de idade - seu pai um livreiro, a sua mãe um pintor - está repleto de idéias sobre como levar a paz a uma região devastada por conflitos há décadas, e ele está convencido que as atuais políticas de Israel estão buscando o desastre.

Mas a identificação com os partidos árabe-israelense, em um país onde até mesmo a esquerda moderada parece uma força gasta torna praticamente inelegível - por enquanto, pelo menos. O que parece lhe servir bem.

"O que é um político? Uma pessoa envolvida na política? Então é isso que eu e todos os meus amigos são agora", diz Green, membro do Partido Comunista de Israel, que faz parte da frente Hadash, uma coalizão política de judeus e árabes -partes de Israel. "Eu reconheço que o parlamento é uma ferramenta muito boa para mudar a realidade, mas não é o único."

O despertar político de Green veio em 2006 com a chegada da impopular guerra de Israel um mês de duração contra o Hezbollah no Líbano. Como um dos primeiros a tomar as ruas para protestar contra a agressão de Israel, ele se deleitava com a emoção de se unir em uma causa comum como o número de manifestantes aumentou para mais de 10.000 em questão de semanas.

Sua cruzada seguinte foi um caso mais local, colocando-o contra os poderosos interesses comerciais. Um gerente de turno mal pago da Cadeia Coffee Bean & Tea Leaf, Green cansado de ver a gestão pitada suas dicas, desiludidos e convenceu seu colegas de trabalho para formar um sindicato.

Ele foi demitido de sua posição, mas estava determinado a lutar contra o seu despedimento: o tribunal decidiu a seu favor, e ele conseguiu seu emprego de volta. empregados Coffee Bean agora apreciar algumas das melhores condições de trabalho entre todos os cafés de Israel.

"Foi uma coisa maravilhosa para ver o processo que [os meus colegas] passei", diz Green."Eles não eram pessoas políticas, mas eles começaram a acreditar que uma luta obstinada ajudaria a conseguir as coisas."

A crença no poder da luta mostrou fundamental para a filosofia política deste activista jovens. Sentar-se no parlamento de Israel, o Knesset, onde ele é o assistente de um MP Hadash, Green diz que ele quer mudar o mundo, mas insiste em que cada batalha começa em casa. "Quero dedicar minha vida a mudar a realidade, mas não só para mim", diz ele.

"Faço parte da nação em que habito. Se as coisas são melhores para eles [os cidadãos], as coisas estão melhores para mim."

Foi seu primeiro encontro com um árabe em sua adolescência que a atraiu Verde para Hadash.Ele se lembra de ouvir duas mulheres, um judeu e um árabe-israelense - um descendente de uma das milhares de famílias palestinas que tomou a cidadania israelense em 1948 - fala "da luta pela igualdade das mulheres, e como ele estava relacionado com a luta nacional . Essa foi a primeira vez que eu entendi a política como uma idéia compartilhada ao invés de um povo contra o outro. "

Ele já assistiu com mudança gradual de alarme de Israel para a direita, e que alguns analistas têm descrito como o macarthismo varrendo Israel.

"Hoje, 43 anos, desde o início da ocupação, estamos vendo os padrões de comportamento e ideologias que eram originalmente usados contra os palestinos, mas estão agora a ser usado contra árabes-israelenses, de esquerda e qualquer um que pensa de forma diferente", diz Green
. "Há uma clara ameaça à democracia em Israel."

A manopla esquerda tem sido ocupada por uma nova geração de jovens israelenses, que têm jogado o seu apoio por trás de tema único causas, tais como os palestinos cujas casas de apoio face demolição em Jerusalém Oriental. Muitos destes militantes eram muito jovens durante a Segunda Intifada, onde os atentados suicidas mortíferos levou muitos israelenses mais velhos para rejeitar totalmente a paz com os palestinos.

"Há uma consciência geral", diz Green. "Muitas pessoas entendem que há uma grande luta para que a sociedade israelita se parecerá, e eles entendem pouco de sua luta é parte da grande luta."
Green não tem intenção de desistir. Ele está pensando em ir para a universidade para estudar Direito. "Eu não tenho esse privilégio de se sentar em casa e esperar que algo aconteça. Política é um dos únicos lugares, se você não for um artista, de imaginar algo e fazê-la uma realidade."

RÚSSIA

Schitov Kirill, 25 anos, rosto da juventude conservadora
Por Shaun Walker em Moscou

Seu escritório mofado tem um gasto, soviéticos para ele se sentir, no fundo do parlamento de Moscovo. Tal como o seu entorno, Kirill Schitov não exalam vitalidade. Mas em 25, ele é o político mais bem-sucedidos da Rússia jovens.

Um membro do parlamento desde 2009, e um ex-líder de um grupo de jovens pró-Kremlin, Schitov é eloqüente o suficiente para obter os seus pontos de diâmetro, ainda não é possível imaginá-lo a inspirar milhões de eleitores. Mas esta é a Rússia - nenhum político está sujeito a intenso escrutínio.

Nascido em Moscou em 1985, Schitov tinha cinco anos quando a União Soviética entrou em colapso. Ele é da primeira geração a não ter nenhuma memória de como era a vida sob o comunismo.

Schitov diz que sua era uma "família simples", sem ligações à política. Seu interesse começou com o seu "governo da escola, juntamente com a onda de" euforia democrática 'na década de 1990, quando a política estava em toda parte, em todos os canais de TV ".

Os anos 1990 foram uma época difícil para a Rússia, como algumas pessoas se obscenamente ricos, enquanto milhões de russos raspado por cima ou por baixo da linha da pobreza. É surpreendente que alguém cuja formação de memórias são os anos caóticos que tem uma atitude equivocada do conceito de "democracia ocidental", que segundo ele levou o país "a poucos pontos positivos, mas um monte de problemas".

Foi enquanto estava na Schitov Mgimo, uma universidade de Moscou especializada em assuntos internacionais, que começou a se envolver na política estudantil.

Ele se juntou a um grupo que viria a se tornar jovem guarda, a ala jovem da Rússia Unida, o gigante político presidido por Vladimir Putin.

Os grupos de jovens são famosos por manifestações de rua - Schitov recorda que participou em várias campanhas anti-tabagismo, onde ele e outros voluntários tentaram persuadir os moscovitas jovens para trocar seus cigarros por chicletes. Os grupos também entrar em atividades menos agradáveis, como a perseguição de jornalistas cujos artigos discordam. Eles foram inicialmente criados para assegurar que o Kremlin tinha uma força de rua, no caso de uma Ucrânia estilo "Revolução Laranja", e são muito criticadas pela oposição liberal. Schitov diz que eles são um terreno excelente para jovens políticos. "Qualquer organização política de juventude é uma escola para jovens políticos, ea única maneira de ter a modernização da Rússia é renovar e fazer a elite política mais jovem."

Em 2007, ele fez a transição para o ramo adulto da Rússia Unida, onde trabalhou na distintamente Soviética sonoridade "Agitação e Propaganda Department", combinando-a com as principais do ramo de Moscovo da ala jovem. Dois anos depois ele fez no parlamento de Moscovo.

Schitov diz que ele é a favor da "modernização conservadora", e reivindica a Rússia já é uma democracia. "As pessoas são a base do poder e da instituição de eleições é a principal forma de mudar as elites, por isso não há dúvida de que temos democracia", diz ele, algo perversamente, uma vez que seu escritório é decorado com retratos do presidente Dmitry Medvedev e prefeito de Moscou, Sergei Sobyanin. O primeiro foi ungido depois de uma transferência cuidadosamente coreografada de poder de Putin, com eleições quase uma reflexão tardia. O último foi simplesmente nomeados pelo Kremlin.

Apesar de sua origem, Schitov afirma não ser um carreirista. "Para fazer planos que em 40 eu deveria estar em um determinado lugar é inútil", diz ele. "Se eu estou encarregado de responsabilidades mais sérias, eu vou trabalhar duro para com eles também."

AUSTRÁLIA

Wyatt Roy, 20, o MP mais jovem do país
Por marcas Kathy em Canberra
 
Quando os liberais da Austrália (que são praticamente equivalentes aos conservadores britânicos) selecionou o jovem de 19 anos de idade Wyatt Roy para lutar contra um banco de Queensland marginal, seus inimigos políticos do Partido Trabalhista - e um bom número de liberais - zombou.

A idéia de um jovem tão se tornando um político parecia absurda, Roy deixou a escola há apenas dois anos antes e nunca tinha votado, mesmo - ele era muito jovem. Na eleição geral em agosto passado, no entanto, ele derrotou num trabalho histórico, um homem três vezes a sua idade, para se tornar membro de Longman, Queensland, mais jovem e MP federal da Austrália.

A política e estudante de relações internacionais (que ele ainda tem para terminar o curso) ocupa agora espaçosos gabinetes parlamentares, em Canberra, e goza de salário de um deputado da bancada de AU $ 131.000 (cerca de £ 83,000).

Um Liberal sênior, o ex-tesoureiro, Peter Costello, derrubou-o como futuro primeiro-ministro.Lembrado de que, agora, Roy ri e comenta: "Isso foi legal da parte dele, não era?".

Reunião do diminutivo, Roy franzino, você tem que se beliscar, ele se parece com o irmão de alguém garoto em uma escola passeio a Casa do Parlamento, em vez de uma lei federal-maker.

A única Geração Y-er, em Canberra, ele lida com as questões implacável sobre a sua idade - agora 20 - de bom grado. "Eu entendo as pessoas que é algo que tem uma natural hesitação a respeito, mas eu vejo isso como um ativo. Se as pessoas trazem diferentes perspectivas para o parlamento, torna-se mais representativo."

O filho de um fazendeiro de morango, Roy ainda não aderiram ao Partido Liberal até 2007. Sua ambição de infância, diz ele, viria a se tornar um piloto da Força Aérea, e ele começou a aprender a voar aos 13 anos, apoiado sobre uma almofada para que ele pudesse ver através da janela. Foi um professor de economia na La Trobe University de Melbourne, que sugeriu que ele tentasse política.

Por que ele concorda? "É um clichê terrível, mas se você quiser fazer a diferença, a política é um campo onde você pode melhorar a vida das pessoas em uma base diária."

Uma pessoa de sua idade poderia ser mais naturalmente associado ao Trabalho, que raspou de volta ao poder, em agosto, e os Verdes. No entanto, Roy diz que nunca teria sido escolhido como candidato do Trabalho em Queensland, onde o partido está, diz ele, "muito obrigado" aos sindicatos.
Dos liberais, que foram expulsos em 2007, após 11 anos no governo, ele diz:. "Eu vejo a nossa festa muito como o partido da oportunidade Acreditamos no individual e empresarial, em uma justa recompensa para o trabalho duro, e esse é o meu história e história do meu pai ".

A fazenda dirigida por Henry Roy lutou durante anos, e dois irmãos mais velhos de Roy - ambos mineiros - teve que abandonar a escola cedo, a fim de contribuir financeiramente. A primeira pessoa da família a concluir o ensino médio, Wyatt Roy diz que seu pai lhe imbuído de um forte senso de certo e errado.

Embora extremamente equilibrada e articulada, Roy está tendo que se adaptar à vida no olhar do público. Sua página no Facebook foi se debruçaram sobre a imprensa - ele lamenta "gostar" da Victoria's Secret, a empresa de lingerie americana, e Kentucky Fried Chicken - e ele foi ridicularizado em uma coluna de fofocas Sydney por entregar-se "de mensagens de telefone louco, ri [e] brincadeiras inapropriadas "durante uma cerimônia de premiação. Ele recentemente terminou com sua namorada de longa data, Emily Jean Heath, um enfermeiro estagiário, sua relação com um acidente de pressões de seu novo emprego.

Graças aos meios de comunicação social, os jovens têm mais consciência política do que nunca, acredita ele. Ele é diplomática, os líderes políticos da Austrália, mas gostaria políticos estavam mais dispostos a mostrar suas falhas, ser "um pouco mais honestos com o público e partilhar alguns dos seus problemas". Ele também anseia por uma abordagem de longo prazo para os desafios como as alterações climáticas eo envelhecimento da população.

Roy - que géis seu cabelo, vive em um barraco alugado à beira-mar de pesca e tem um dock para iPod em seu gabinete parlamentar - afirma que não está faltando para fora em sua juventude.

"[Antes política] eu backpacked em toda a Europa e viveu na faculdade. Ainda ontem eu estava navegando no meu eleitorado. Eu ainda posso ir ao pub e tomar uma bebida com os meus companheiros. Não há nada de errado em aproveitar a vida."

GRÃ-BRETANHA
 
Rachel Reeves, 31, estrela brilhante do Partido Trabalhista
Por Andy McSmith

líderes políticos da Grã-Bretanha estão ficando mais jovens, e subindo para o topo mais rápido. É usado para levar anos de trabalho árduo nas bancadas para trás antes de um deputado foi convidado para o passo em frente e ser um ministro ou um ministro-sombra. Mas o novo líder do Partido Trabalhista, Ed Miliband, quer uma ruptura com o passado imediato, assim que ele promoveu em outubro um punhado de deputados ao seu banco da frente, apenas cinco meses depois de terem chegado no Commons.

Os mais jovens, e alguns dizem que o mais brilhante, é Rachel Reeves, o MP de 31 anos de idade para Leeds West - a primeira mulher a MP para que a cidade em 40 anos - que agora fala para o Partido Trabalhista na complexa questão das pensões.

É um trabalho que precisa de uma compreensão da economia, o que não é um problema para ela, porque ela é um economista de formação, um graduado de Oxford e da London School of Economics, que já trabalhou para o Banco da Inglaterra, da Embaixada Britânica em Washington, eo banco Halifax. Ela é muito bem qualificado que ela é susceptível de estar sob pressão para gastar toda a sua carreira política concentrando-se na economia, embora ela ainda está tentando manter seus interesses de largura e fazer o trabalho de um PM normal, bem como abordar a política de pensões.

O dela é um currículo extraordinário para um PM do trabalho para trazer ao Parlamento. Dada a forma como membros de baixo ter afundado na estima popular, na esteira do escândalo gastos, algumas surpresas que alguém empregável deve querer entrar na política em tudo, especialmente alguém que poderia ser arrecadar uma fortuna trabalhando para um banco privado.

Mas Reeves é um filho da era Thatcher - no sentido oposto ao que essa expressão é usada para descrever os conservadores à esquerda. Ela cresceu no sudeste de Londres nos anos Thatcher, a filha de professores divorciados escola estadual, foi radicalizado com o que viu, então, e se juntou ao Partido Trabalhista, enquanto ela estava na escola.

"Minha primeira memória política foi quando eu estava na escola primária", Reeves diz que, quando eu encontrar com ela em seu escritório Commons. "Foi uma época em que o financiamento para a educação de ensino com necessidades especiais, e após as atividades escolares foram sendo cortadas. Se os seus pais tinham dinheiro para pagar por música ou esportes, depois da escola, você tem. Se não, você não .

"Eu senti que não era certo que a renda que você tinha em casa podem ter impacto sobre a educação que tive. Entrou na política porque acredito que a política tem a capacidade de mudar as coisas para melhor. O Partido Trabalhista representa maior oportunidade, para aspirações. Um conservador ou um Lib Dem não conseguia olhar nos seus olhos e dizem que acreditam na ampliação de oportunidades. "

A primeira grande decisão política que fez como deputado foi a volta de Ed Miliband na eleição para a liderança do Trabalho, porque, diz ela, "ele estava disposto a admitir que alguns dos erros que cometemos no passado". Estas incluem a guerra no Iraque, e permitindo que as pessoas na faixa de renda média para se sentir "espremido", como seu padrão de vida estagnaram nos últimos anos do governo trabalhista, enquanto os muito ricos continuam a prosperar e, no outro extremo da escala , as pessoas foram autorizadas a burlar o sistema de benefícios.

Se ela está certa ou não sobre o Ed, foi uma jogada inteligente para o passo atrás do jovem Miliband, quando um número muito maior de deputados estavam apoiando David Miliband, que parecia ser o vencedor óbvio. Ele sugere que Reeves não é apenas um economista inteligente, mas tem um olho afiado para saber como o futuro político pode arrasar. Na política, que muitas vezes é mais importante do que conhecimento técnico.

ÍNDIA

Sachin Pilot, 33, ambicio da elite política
Por Andrew Buncombe em Deli

Quando ele foi eleito pela primeira vez como deputado no estado do Rajastão, Sachin Pilot foi apenas 26. Seis anos depois, ele é um ministro júnior no governo de Manmohan Singh, e uma força em ascensão no Partido do Congresso. Ele diz que a tarefa mais importante para ele e sua geração é para combater a enorme problema da Índia de disparidade econômica, para ajudar as centenas de milhões de pessoas para quem a idéia de Shining Índia continua a ser um sonho distante.

"Minha geração de políticos vai ser julgado sobre as oportunidades econômicas que criamos para as pessoas que foram deixadas de fora", diz ele. "O fosso entre ricos e pobres, entre o rural eo urbano. - Não podemos ter esta desigualdade de oportunidades e de crescimento".

Palavras em negrito de um homem nascido num mundo de privilégio. O pai do piloto foi um MP e teve estreitas ligações com o falecido Indira Gandhi e sua família. Depois de estudar na faculdade de Nova Déli elite de Santo Estêvão, onde ele foi capitão do time de tiro, ele passou a estudar o negócio, tanto na Índia e nos EUA.

Ele passou alguns anos trabalhando para a General Motors e em seu tempo livre obtido uma licença de piloto privado, mas a política sempre acenou. Quando ele foi eleito pela primeira vez em 2004, tornou-se piloto MP mais jovem de sempre da Índia.

Aqui no sub-continente, talvez mais do que em qualquer outro lugar, a questão da juventude e da política é uma questão complexa. A Índia é um país abençoado com uma população de que cerca de 55 por cento está sob a idade de 25 anos. E ainda deferência para com a idade ea experiência tem criado um cenário político em que muitos, se não a maioria, altos dirigentes estão no outono de sua idade.

O primeiro-ministro Manmohan Singh é de 78, ministro das Finanças, Pranab Mukherjee é 75, enquanto o líder de facto da oposição, LK Advani, 83 é um enérgico. Na idade de 40 anos, Rahul Gandhi, filho do falecido Rajiv Gandhi e amplamente esperada para herdar a Premiership, mais cedo ou mais tarde, é considerado um membro da "juventude".

Muitos analistas apontam que a longevidade dos dirigentes políticos e sua falta de vontade de ficar de fora cria um impasse. Todos aqueles velho e enrugado rosto, provavelmente ajuda desligar muitos jovens de se envolverem na política, embora o piloto afável nunca diria tanto.Mas ele admite a necessidade de uma mistura de velhos e jovens. "Está ficando um bom equilíbrio do espírito criativo e as pessoas que têm experiência e longos anos no cargo."

Se Rahul Gandhi se tornar primeiro-ministro da Índia, possivelmente na próxima eleição, em 2014, é uma aposta provável que o piloto, um ator charmoso e capaz, que apresentam em seu gabinete, os dois são conhecidos por serem pessoalmente perto. alianças piloto também foram reforçados através do casamento - a esposa é Sarah Abdullah, filha de um membro do gabinete. Seu cunhado também é um ministro.

Para todos os seus talentos pessoais, ele diz algo sobre o mundo elitista da política indiana que estes homens, todos os perpetuadores da tradição dinástica, é considerado um 'new wave'. O que é certo, é que eles representam o futuro da política da Índia.

ALEMANHA

Agnes Malczak, 25, o jogo de mudança Verde MP
Por Tony Paterson em Berlim

Agnes Malczak é perito em atrair a atenção. Uma das fotografias mais freqüentemente publicados dos 25 anos do Partido Verde MP, mostra ela na noite da eleição do ano passado alemão em geral nervosamente à espera de saber se ela estava para se tornar membro mais jovem de seu país do parlamento. Para um político de brotamento, a imagem é pouco convencional para dizer o mínimo: Malczak tem o que se parece com um galho de árvore tatuados que se estende do canto do olho fortemente confeccionados direita, cobrindo seu templo e parte de sua bochecha direita. O efeito surpreendente é reforçada por uma narina esquerda perfurada e lábio inferior. Sua aparência levou a mídia a seu rótulo "gaudiest Alemanha MP". A descrição irritou Malczak em primeiro lugar. "Claro que eu achava muito irritante para ser falado apenas em termos da minha aparência", diz ela. "Mas hoje eu percebo que é uma espada de dois gumes. Como uma MP, eu preciso de publicidade", admite. A tatuagem facial, emerge, era apenas maquiagem. Quanto aos piercings: "Bem, se eu fosse para tirá-los agora eu sinto que eu estava mudando a minha aparência por causa da pressão da mídia".

Não é apenas a aparência Malczak é um pouco estranho que a faz se destacar da maioria dos deputados alemães, que junto com Angela Merkel, ela é uma de apenas um punhado de mulheres no Bundestag dominado pelos homens da Alemanha, seus pais não são alemães, mas os imigrantes poloneses, e ela é um deputado dos Verdes - um partido que algumas pesquisas de opinião têm classificado como a força mais poderosa do país, segundo políticos.

Como uma mulher de 25 anos de idade, ela também está na extraordinária posição de ser um membro da Comissão parlamentar de Defesa. O órgão é responsável pelo acompanhamento da missão altamente impopular da Alemanha no Afeganistão. Ela se orgulha do fato de que recentemente foi o único membro da comissão para votar contra a Alemanha, continuando a sua presença militar na região. "O esforço maior deve ser feito para resolver esses conflitos através de meios diplomáticos", ela insiste. Milhões de alemães concordaria com ela. Em seu primeiro discurso perante o Bundestag, ela exigiu que os EUA retirar suas restantes ogivas nucleares em solo alemão.

Em seu escritório MP moderno em Unter den avenida de Berlim, cuidadosamente restaurado Linden, Malczak surge como unnervingly sagaz e totalmente politicamente correto. Não há muita evidência de um sentido de humor. perguntas diretas são aparados com respostas como: "que toca em um número de diferentes níveis que devem ser tratados individualmente."Ela dá a impressão de ser alguém que adora um desafio.

fundo de Malczak explica parcialmente a sua determinação. Ela nasceu em Legnica em Polónia sudoeste em 1985. Seus pais eram membros da então União proibiu o comércio de Solidariedade, que tinha sido proibido após a imposição da lei marcial em 1981.

Na esperança de um futuro melhor, seus pais emigraram para a Alemanha Ocidental em 1989, poucos meses antes da queda do Muro de Berlim. Como resultado, foi educado Malczak inteiramente em alemão. Sua professora da escola primária alemã, levou a mãe de lado e disse-lhe que a Agnes jovens não tinham nenhuma chance de algum dia conseguir uma graduação em alemão falado por causa de seu sotaque. "Eu não acho que ela quis ser desagradável ... mas era incrivelmente doloroso do que ela categoricamente regra de mim."

Ela tem seu próprio para trás quando qualificado para ir para um ginásio alemão, o equivalente a uma escola primária britânica. Malczak foi o único aluno de sua turma de alemão para obter a maior pontuação possível.

Parece como se Agnes Malczak foi ocupado nivelamento quaisquer desvantagens desde então. Juntou-se os Verdes com a idade de 19 anos quando ela era uma estudante de ciência política na Universidade de Tubingen. Ela então me envolvi com a proteção ambiental eo movimento pela paz. Três anos atrás, ela foi convidada em um chat na Internet fórum se iria considerar a execução de membros do comitê de liderança do Partido Verde, e ela foi imediatamente eleito. Então no ano passado, ela foi nomeada como candidata verde para sul do estado de Baden-Wurttemberg na eleição geral.

Devido à sua formação e educação polonês, alemão Malczak é visto como um político com um futuro importante. Muitos pensam que ela poderia ir alguma maneira a completar o trabalho iniciado por Willy Brandt mais de quatro décadas atrás, ajudando a reparar o relacionamento ainda danificado polaco-alemã. "Eu me vejo como o europeu - que significa tanto polonês e alemão," ela insiste.


FRANÇA

Bruno Juillard, 29, o vice-prefeito de Paris
Por John Lichfield em Paris

Os franceses gostam de se aposentar mais cedo, mas os seus políticos, como as estrelas pop, continuar para sempre. Aos 55, o presidente Nicolas Sarkozy, conta como um jovem impetuoso.

É preciso alguém especial, ou sorte, para quebrar esse padrão, principalmente na esquerda aposentado francês. Bruno Julliard, de 29 anos, é um fenômeno. Em uma idade em que muitos aspirantes a políticos franceses ainda são os investigadores (com responsabilidade especial de fazer o café), Julliard é vice-prefeito de Paris, o secretário nacional para a política de educação no principal partido da oposição, o Partido Socialista.

Bonito, eloquente e uma estrela de mídia comprovada como líder estudantil triunfante de quatro anos atrás, Julliard está cotado para sair um dia como uma figura de proa de um governo de centro-esquerda francesa futuro. Ele já está no comando da plataforma Socialista para a eleição presidencial de 2012 sobre o futuro das escolas e universidades francesas.

"Para alguns, ele é um animal de estimação do professor, cuja carreira tem sido assistida em cada etapa", disse um socialista sênior. "Eles estão errados. Se esse partido tem um futuro, Bruno Julliard encarna."

Como é ambicioso Julliard? Será que ele - como Sarkozy, uma vez que - "o sonho de ser presidente", enquanto ele está a barba?

"Na França, você não é suposto que admitir que você é pessoalmente ambiciosos na política", diz ele. "Você tem que dizer que você sente que tem o dever de servir". Mas, desde que você pergunte, eu não sonho de ser presidente, nem mesmo quando estou a fazer a barba. "

Desde Julliard recentemente crescer a barba, você pode fazer do que responder o que quiser.Ele também prevê que jovens políticos franceses, ao contrário da atual geração de quarentões ", não terá que esperar por anos para cargos de responsabilidade". O mundo da internet liderado está se movendo tão rapidamente que os políticos mais velhos luta para manter o ritmo.

"No Partido Socialista vejo as coisas - é melhor eu não falar muito sobre eles. - O que me faz estremecer, formas de apresentação das políticas que dão uma espécie de imagem, stalinista fuddy-duddy".

Julliard já desagradei algumas pessoas dentro do partido, propondo mudanças relativamente modestas para a política escolas Socialista. Em março, ele vai desafiar um dos maiores de esquerda "tabus": o carácter alegadamente não-seletivo do sistema universitário em ruínas, eo maior financiamento dado aos paralelos, sistema seletivo de "Grandes Ecoles". "Este sistema é um sistema de reprodução da elite", diz ele.

A igualdade é um conceito importante para Julliard. "O mesmo problema enfrenta todos os partidos social-democratas na Europa: como fazer com que seus valores e ideais relevantes para o mundo moderno", diz ele. "Para mim, isso deve ser através enfatizando o conceito de igualdade."

Bruno Julliard nasceu em uma família política. Sua mãe era o prefeito socialista de Puy-en-Velay, no centro da França. Seu padrasto é um ativista sindicais comunistas. Julliard disse que seus críticos estão errados ao afirmar que sua carreira foi pré-ordenado e família assistida. Por duas vezes desceu uma posição de liderança no maior sindicato estudantil, a UNEF, para se concentrar em seus estudos jurídicos. Ele foi convidado a disputar a presidência do sindicato em 2005 e ganhou destaque nacional como um líder da rebelião de 2006 contra as mudanças nas leis trabalhistas da juventude.

Em 2007, pediu o prefeito de Paris, Bertrand Delanoë, para um trabalho júnior em seu escritório particular. Foi Delanoë, que insistiram que ele deveria correr para o conselho da cidade e depois fez dele vice-prefeito para a juventude. Martine Aubry, líder do Partido Socialista, tocou-lhe, em 2008, quando ele estava de férias em Marrocos, e pediu-lhe para ser secretário nacional para a educação.

"Nada disso foi planejado", diz ele, "eu nunca tive um plano de carreira. E eu não me vejo permanecer na política toda a minha vida. Eu sempre quis começar meu próprio restaurante da moda."

Outras pessoas no partido sugerem que a modéstia é parte do ato Julliard: parte de uma imagem cuidadosamente trabalhada como um tipo mais descontraído do político. Julliard rejeita qualquer sugestão de embalagem PR, mas diz que os partidos têm de reelaborar sua aproximação a um mundo que está cada vez mais "desconfiados dos dirigentes, das elites, de todas as fontes de autoridade, de todas as instituições".

"Este é um problema ainda maior na França do que em outros países. Sempre tivemos autoperpetua elites na política francesa. Eles acham o novo mundo da internet, onde tudo é examinado, assustador e difícil de lidar."

EUA

Cinthia Flores, 24, a pioneira Latina
Por Guy Adams, em Los Angeles

Apenas 10 milhas separam as movimentadas ruas de Westwood de Echo Park, onde Cinthia Flores cresceu, mas os dois bairros de Los Angeles pode muito bem ser a meio mundo de distância. Uma delas é a casa da UCLA, a alma mater de prestígio de seis prêmios Nobel e 10 vencedores do Oscar. O outro é um distrito de hard-scrabble onde as pessoas da classe trabalhadora ao vivo e são de uma índole delicada pensar duas vezes antes de se aventurar depois de escurecer.

Flores, 24 anos, passou a maior parte de sua vida, cruzando-se entre os dois. Como uma criança, ela montou ônibus com a mãe Esperanza, um refugiado da guerra-rasgado El Salvador, para limpar as mansões dourada dos super-ricos em Bel Air e Beverly Hills. Como um jovem adulto, ela usou o mesmo caminho de casa durante os dias de aventura ocasional fora de estudar para o grau de Ciência Política na Universidade da Califórnia tomou.

No verão de 2009, Flores tornou-se o primeiro latino-já eleito para um dos cargos mais importantes na política estudantil dos EUA. Como estudante da UCLA presidente, tornou-se, diz ela, uma espécie de "pequena prefeito da cidade", levando 27 mil alunos de graduação e 15.000 de pós-graduação.

"Na época, as pessoas não podiam acreditar que eu era o primeiro latino", diz ela. "E isso significava tanto, que a filha de alguém que viveu a típica experiência de imigrantes, não só poderia ir para a faculdade, mas também se tornou um líder estudantil."

Para entender o seu desempenho, você deve apreciar o econômico, que divide ricos América separada de seu pobres. As taxas de excesso de procura da Califórnia instituições estatais, que deveriam ser acessíveis, corra para $ 10.700 (£ 6.900) por ano. Na sua faculdades privadas, custos de aula 25.000 dólares (R $ 16.000) ou mais.

"Quando eu disse à minha mãe que eu estava pensando em aplicar às universidades", diz Flores ", ela disse que muitas pessoas da minha comunidade disse:. '? Eles não são para pessoas ricas".

Flores financiou os seus estudos por ganhar bolsas de estudo e vivem da mão para a boca.Depois de se tornar um membro ativo de grupos de estudantes de lobby em prol das minorias étnicas, e trabalhando como um "mentor" de ajudar os membros adolescentes da comunidade salvadorenha LA aplicar para a faculdade, ela foi convidada para concorrer à Presidência no início de seu último ano.

"Foi uma eleição difícil", lembra ela. "Houve muita campanha negativa. Pessoas diziam que eu ia ser demasiadamente político, que eu daria uma falsa UCLA, e não tinha o que chamavam de" o espírito da escola tradicional ". Pessoas senti que era perigoso."

Flores anos no cargo coincidiu com um dos momentos mais desafiadores da história da UCLA: a universidade anunciou que planeja aumentar suas taxas em 32 por cento. Que provocou protestos generalizados, o que ela levou. "Aprendi a organizar, e eu acho que fizemos um bom trabalho", diz ela. "Eles não impediu o aumento da taxa, mas fizeram os estudantes a encontrar uma voz real."

Ela agora está aplicando a lei escolar, e quer se qualificar como um advogado antes de trabalhar para um grupo de reflexão ou a organização de outras políticas públicas.

Registrado como democrata que é apaixonado pela reforma da imigração, ela também é uma figura de proa na comunidade em rápido crescimento latino-americano, que em 2050 é projetada para representar mais de 50 por cento dos eleitores.

Que eventualmente poderia levá-la a Washington? "Eu dou bons discursos. Eu sou bom para conseguir um aumento de audiência", diz ela. "Então, no futuro, quem sabe?"


Questões preocupantes no momento para as próximas gerações
Economia
Segundo os analistas dos EUA, do National Intelligence Council, em 2025 "todo o sistema internacional ... será revolucionada." Índia, China, Brasil e Indonésia estão previstos para ser grandes jogadores no cenário internacional.
A crise financeira atual significa que o Ocidente caia ainda mais, e haverá uma transferência de riqueza relativa e poder leste e sul. O envelhecimento da população no Ocidente e na China pode também ser uma fuga, com uma escassez de profissionais para apoiar os idosos em 2040.
Ambiente
Dois graus é a figura central, mas prevenir a elevação da temperatura global vai exigir a redução massiva de emissões. Infelizmente, o Painel Intergovernamental das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas - IPCC já diz que é "muito improvável" evitar esse aumento - o que significa que nós podemos ver a frente "milhões de pessoas [existindo] em risco de seca, fome, inundações", num futuro de, oceanos mais ácidos, derretimento das calotas polares, perda da biodiversidade e dos níveis do mar. Em 2030, cerca de quatro bilhões de pessoas poderiam sofrer de estresse hídrico severo, de acordo com  Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente - PNUMA.
Tecnologia
“A pesquisa militar nos os EUA e outras economias avançadas será fortemente inclinado em direção a sistemas automatizados para substituir os humanos no campo de batalha - seja na terra, no mar, no ar ou no espaço", prevê Mike Treder, do Instituto de Ética e Tecnologias Emergentes. Ele também sugere que "a convergência da engenharia genética, a ciência cognitiva ea nanotecnologia" pode resultar em biotecnologia "upgrades" para o ser humano saudável.
Jon Turney, autor de The Rough Guide to the Future, prevê que o debate sobre a privacidade / segurança contra o acesso aberto / transparência nas redes de TI continuará a ser controverso, assim como o desafio da construção de modelos econômicos em torno de sistemas que permitam a duplicação de graça.
Saúde
A Organização Mundial de Saúde prevê que até 2030, o número de pessoas mortas pela Aids a cada ano terá atingido 6,5 milhões em todo o mundo. Enquanto que a erradicação da Aids, malária e a tuberculose devem ser tecnicamente viáveis,  o custo e a dimensão da tarefa pode revelar-se proibitivo. No entanto, especialistas preveem que os mais pobres do mundo vão viver mais, com uma redução nas mortes por doenças infecciosas. As principais causas de mortes globais provavelmente permanecerão as mesmas: ataques cardíacos e derrames.
Ponto de inflamação militares
O Conselho de inteligência nacional acredita que em 2025, nós podemos ver conflitos sobre recursos naturais, incluindo a água e comida. Os medos aumentarão sobre os “estado fora-da-lei”  (termo original: "rogue states" [1]) que têm o acesso às armas nucleares e a possibilidade de ataques nucleares torna-se mais provável em “um leque alargado de opções de ataques limitados”.
O Médio Oriente é previsto permanece particular temporário, com raças de braços potencial de escalada entre estados regionais. As potências militares Dos E.U. são prováveis entrar no declínio relativo, com o India e a China que aumentam a força de alavanca internacional.
Por Azevinho Williams
[1] Rogue states (Estados "patifes" ou "vis"): expressão usada pelo governo dos Estados Unidos para se referir a Estados governados por regimes autoritários que restringem fortemente os direitos humanos, acusados de patrocinar o terrorismo e de buscar obter armas de destruição em massa. O governo Clinton, durante seus últimos seis meses, a substituiu pela expressão "states of concern" (Estados preocupantes, que merecem atenção), e no governo Bush os Estados considerados rogue pelo governo americano (Coréia do Norte, Iraque, Irã, Afeganistão e Líbia) passaram a ser caracterizados pelo presidente como "Eixo do Mal". Depois da invasão americana do Afeganistão e do Iraque, evidentemente, e de acertos diplomáticos entre o governo americano e a Líbia, esses três países foram excluídos da lista. (N. T.) 

Texto traduzido com a ajuda do Google Tradutor e do BabelFishYahoo!, portanto, passível de erros de tradução. Além disso, algum trechos foram adpatados em relação ao texto original.

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