quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Enfim um embaixador negro brasileiro!

Do Blog da Maria Fro

janeiro 6th, 2011 by mariafro

Brasil é mesmo uma terra de contrastes, estamos agora discutindo democratização da banda larga e não queremos a do século XX, mas a do XXI (Alô, alô, @paulo_bernardo), mas precisamos eleger um presidente operário para ter o primeiro ministro do STF negro – Joaquim Barbosa -,  para que a energia elétrica e banho quente chegasse aos mais pobres.
 
Conseguimos eleger uma presidenta com a história de Dilma Rousseff e agora teremos nosso primeiro embaixador negro. 

Chega logo século XXI, para que consigamos enterrar de vez o XIX, que ele seja apenas recorte histórico para boas pesquisas, no século XXI queremos um Brasil pleno de cidadania.
BENEDICTO FONSECA FILHO, 47: MINHA HISTÓRIA
Depoimento a JULIANA ROCHA DE BRASÍLIA, na Folha, via Luis Nassif
Meu pai foi agente de portaria, um contínuo (…) O preconceito nunca se apresenta claramente. No campo das relações humanas, você nota reação positiva ou negativa (…) É preciso que haja ações afirmativas (…) Eu não me beneficiei de nenhuma política. Na minha época, isso não havia.

Filho de um contínuo, Benedicto Fonseca Filho, 47, foi promovido em dezembro a embaixador, o primeiro negro de carreira. E o mais jovem. Passou por Buenos Aires, Tel Aviv e Nova York. Vai chefiar o departamento de Ciência e Tecnologia. Ele declara orgulho de ser negro e filho de pais humildes que o educaram para chegar ao topo na casa mais aristocrática do país.
Nasci no Rio, em 1963. Mudei para Brasília em 1970 porque meu pai veio ser funcionário do Itamaraty. Ele foi agente de portaria, que é um contínuo.
Quando eu tinha nove anos, toda a família foi para a [antiga] Tchecoslováquia [no leste europeu], quando meu pai foi removido para Praga por três anos.
Naquele tempo, todos os funcionários das embaixadas eram de carreira. Hoje, esses são terceirizados.
Foi essa experiência internacional que me despertou o interesse pelo Itamaraty. Talvez por ter estudado em escolas internacionais, na escola francesa e na americana.
Meu pai e minha mãe, na sua humildade, nunca pouparam esforços para nos proporcionar as melhores condições de estudo.
Hoje, meu pai tem 84 anos, já é aposentado há 14. Minha maior satisfação foi eu ser promovido com ele ainda vivo. Ele ficou tão ou mais contente do que eu.
Fiz o concurso [do Itamaraty] em 1985 e entrei de primeira, aos 22 anos. Quando saiu a lista dos aprovados, um jornal de Brasília fez uma matéria que dizia: “Mulher e negro passam em primeiro lugar no Rio Branco”. A mulher foi o primeiro lugar e eu, o segundo.
Vinte e cinco anos depois, uma mulher passar em primeiro lugar já não causa tanto espanto. Naquela época, tinha só uma mulher embaixadora.
Hoje, são várias mulheres embaixadoras, acho que 20, ocupando postos importantes. Talvez chame muito mais atenção quando um negro ascende na carreira do que uma mulher.
Em relação à diversidade racial já avançamos muito, mas ainda temos muito que avançar. Houve um olhar para essa questão na gestão do ministro Celso Amorim.
PRECONCEITO
O preconceito nunca se apresenta claramente. No campo das relações humanas, você nota reação positiva ou negativa das pessoas.
Mas seria leviano dizer que eu experimentei uma situação que pudesse identificar como preconceito [no Itamaraty]. Nunca houve.
Me lembro de um caso [de reação positiva]. A primeira vez que fui à ONU em 2004, um colega do Caribe me chamou no canto para dizer que pela primeira vez via um diplomata negro na delegação brasileira.
Ele enfatizou: “It’s the first time ever, ever. We are proud” [É a primeira vez. Estamos orgulhosos].
Eu faço um paralelo com os EUA, que tiveram um sistema de cotas importante para criar uma classe média negra que se autossustenta, que agora pode seguir em frente sem a necessidade de políticas diferenciadas.
No Brasil, as cotas das universidades vão produzir uma diversidade salutar.
COTAS NO ITAMARATY
É preciso haver políticas de ação afirmativa. No ministério, damos bolsas para proporcionar condições financeiras adequadas para que os afrodescendentes se preparem, o que tem tido um resultado muito positivo.
O objetivo é dar condições para pessoas que têm talento. Algumas vezes é visto como se estivessem recebendo um privilégio. Temos o cuidado de preservar as condições de preparação.
Eu não me beneficiei de nenhuma política. Na época, não havia. Mas olhando retrospectivamente, creio que me beneficiei de certas circunstâncias.
Tive oportunidades que raramente os negros têm. Morei no exterior, estudei idiomas com a ajuda do Itamaraty, porque ajudavam nos estudos dos filhos dos funcionários.
Os críticos das cotas têm uma contribuição que não é irrelevante. Eles dizem que, cientificamente, não há raças, não há diferenças entre brancos e negros.
É uma desmistificação para quem acha que há diferenças intrínsecas. Mas há uma falha no argumento. Do ponto de vista humano e das relações sociais, existem diferenças.
Basta ver os índices sociais, condições de saúde e de moradia para ver que existe um problema. Isso não é tratado de maneira séria e aprofundada [pelos críticos].
Nosso país tem muitos passivos. A preocupação social e racial tem que andar lado a lado. Ou deixamos as coisas acontecerem, ou tentamos uma intervenção. O assunto não pode ser jogado para debaixo do tapete.
ÁFRICA
Nos últimos anos, houve uma preocupação de diversificar as relações externas, ter um olhar novo não só em relação à África. Resgatar elementos de nossa identidade, cultura e sociedade.
Mas também avançamos na área comercial, levando em conta nosso interesse econômico. Tenho orgulho de ser negro. Faz parte da minha identidade. E de ser brasileiro. Mais do que isso, tenho orgulho de ser filho dos meus pais.
Da Folha:
RIO BRANCO
PROCESSO DE ADMISSÃO TERÁ COTAS
O Itamaraty anunciou na semana passada que, a partir de março deste ano, haverá cotas para negros no concurso de admissão da carreira diplomática. O Instituto Rio Branco, responsável pelo processo, é o primeiro órgão público federal a usar cotas raciais.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

A Posse da Presidenta Dilma Rousseff será marcada por vários shows populares!


Posse de Dilma terá shows populares

A Fundação Cultural Palmares (FCP) e o Ministério da Cultura (MinC) vão realizar no dia 1º de janeiro, em Brasília, shows para a festa da posse da presidente Dilma Rousseff e do novo governo federal. As apresentações, que começam às 10 horas, terão entrada franca e vão até as 21h, na Esplanada dos Ministérios e na Praça dos Três Poderes.

Das 10h até o meio-dia, haverá apresentações de grupos infantis, com mamulengos e pernas de pau. Já os shows musicais, também começam às 10h e vão até as 14h, divididos em quatro tendas montadas na Esplanada, que homenageiam as regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul. No encerramento dessas apresentações, os artistas se unirão em um só cortejo cívico-cultural, que irá saudar a presidente Dilma Rousseff, entoando o Hino Nacional Brasileiro.

Após a cerimônia da posse, que acontece das 18h30 às 21h, será a vez do show “Cinco ritmos do Brasil”, com as cantoras Elba Ramalho, Fernanda Takai, Gaby Amarantos, Mart´nália e Zélia Duncan, no palco Centro-Oeste, localizado na Praça dos Três Poderes.

Simultaneamente à festa da posse presidencial, haverá também um palco na Esplanada dos Ministérios onde será celebrada a posse do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz. O palco GDF receberá atrações de Brasília, São Paulo e Pernambuco.

A programação completa das tendas e shows do dia da posse está disponível no site do Ministério da Cultura.

Projeto Arena Brasil
Os shows da posse presidencial serão os primeiros do projeto Arena Brasil, série de grandes eventos planejados para 2011, um em cada região do país, sempre em datas cívicas. A Confraternização Universal, lembrada no dia 1º, inspirou os organizadores a promoverem a celebração da identidade cultural brasileira, com participação de grupos de cultura afro, manifestações indígenas, hip-hop, música de todos os ritmos, dança e cultura popular, vindos de diferentes estados.

Além dos shows da posse, o MinC e a FCP programaram outros quatro shows para o ano que vem. O próximo será na Região Nordeste, no dia 22 de abril, para comemorar a data que marca o Descobrimento do Brasil. No dia 11 de agosto, a Consciência Negra será lembrada com a chegada do projeto ao Sudeste. O 7 de setembro será celebrado no Sul e o 15 de novembro, na Região Norte.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Na festa da nova sede, UNE prepara homenagem a estudante desaparecido

Painel em homenagem ao estudante Honestino Guimarães, desaparecido em 1973, durante a ditadura militar no Brasil

A diretoria da União Nacional dos Estudantes (UNE) prestará nesta segunda-feira (20/12), no Rio de Janeiro (RJ), uma homenagem ao estudante Honestino Guimarães, símbolo da luta do movimento estudantil durante o período da ditadura militar. Honestino será lembrado pela entidade com um painel de seis metros de altura e 18 metros de largura, colocado no terreno onde ficava a sede da UNE na Praia do Flamengo, 132, no Rio. Além desta homenagem, o local contará com banners de dois metros de altura que permitirão ao visitante um passeio pela história da UNE, fundada em 1937.

Na última sexta-feira, o governo federal liberou R$ 30 milhões para as obras da nova sede da UNE. O presidente Lula irá ao local na segunda-feira (20/12) para lançar a pedra fundamental da nova sede, que será construída a partir de um projeto do arquiteto Oscar Niemeyer. Veja o vídeo:


Honestino Monteiro Guimarães, que está sendo homenageado pela UNE, foi preso no Rio de Janeiro em 10 de outubro de 1973 e, desde então, nunca mais foi visto. A mãe de Honestino chegou a ser avisada, em dezembro, que ele estaria preso em Brasília e que ela poderia visitá-lo no Natal, mas a notícia foi desmentida em seguida. A família do estudante nascido em Itaberaí (GO) em 1947, que se mudou com a família para a nova capital Brasília em 1960 e lá participou intensamente do movimento estudantil, jamais teve notícia do seu paradeiro.

Fonte: Do Blog do Planalto

Serviço do Blog Café do Elias:


Conheça um pouco da História do Movimento Estudantil contada com o apoio da Petrobras e Rede Globo.


Conheça a História da Sede da UNE e o Terreno na Praia do Flamengo 132, além de outras histórias da Movimento Estudantil contadas pelas historiadores Angélica Muller e Carolina Ruy.


Conheça também a História do Acampamento (Sede Provisória) da UNE após a Retomada do terreno pelos estudantes em 2007.



Fontes: EstudanteNet

domingo, 19 de dezembro de 2010

(Avoidind Politics?) - "Velhos amigos saúdam o novo ministro da Justiça"

A matéria abaixo foi extraída do Site Consultor Jurídico e estou postando aqui, pois entendo que representa duas dimensões da Política. Primeiro, a oxigênação ideológica por meio da ascenção de novos quadros ou grupos políticos ao porder, mesmo que esperado a continuidade do projeto político vinculado a pasta. Segundo, a representação de uma agir político permeado pela útopia que não morre, antes se renova e reinventa práxis [cultura] política. Nas palavras da minha pseudo-"xará" Nina Eliasoph:

Emile Durkheim (1965[1915]) says that rituals offer members a representation of the group, showing the group to itself in a concrete form, giving the group a name and a body. Rituals indirectly honor society itself, as the source of all meaning. Without direct acknowledgment and celebration of the bonds between people, sentiments os glad solidary dry up, and a healthy society falls apart.
 
("Avoiding Politics" - Nina Eliasoph)

Velhos amigos saúdam o novo ministro da Justiça

 
Zé Eduardo, Marco Antonio Marques da Silva, Toron e Tzirulnik - ConJurUma plêiade de juristas ilustres reuniu-se na quinta-feira (16/12) para render suas homenagens ao futuro ministro da Justiça, o emérito José Eduardo Martins Cardozo. Desembargadores de São Paulo e de Minas Gerais, célebres criminalistas como Alberto Zacharias Toron, Roberto Leal de Carvalho, Sérgio Salomão Shecaira e Miguel Reale Júnior e civilistas como Ernesto Tzirulnik, Fábio Ulhoa Coelho e Judith Martins Costa. Foi uma celebração dos ex-alunos da PUC. (Na foto, da esquerda para a direita: José Eduardo Martins Cardoso com Marco Antôno Marques da Silva, Alberto Zacharias Toron e Ernesto Tzirulnik)

Dito desta maneira e nesse tom, tudo parece muito formal e solene. Mas o grupo que se reuniu no apartamento do advogado Tzirulnik é de amigos de longa data. Amigos mesmo. Militaram juntos no movimento estudantil. Sofreram e se divertiram juntos. Quase o tempo todo do mesmo lado e sempre contra a ditadura.

Muitos abraços - ConJurNo começo, era o Grupo Opinião, fundado, entre outros, pelo depois deputado José Mentor. Dele participavam Wagner Balera, Henrique Sampaio Pacheco e, entre outros, o futuro jornalista Bruno Blecher. Quando José Eduardo Martins Cardozo era presidente do Centro Acadêmico 22 Agosto, surgiu a dissidência do Debate, cujas estrelas eram Cardozo, Tzirulnik, Toron, José Renê, Eduzinho e Beth Akemi.

Eram os anos de chumbo. Toda atividade política fora criminalizada. A expressão "direitos humanos" à época era uma provocação. A escuridão tomava conta do país. Esses amigos, quando na ofensiva, envolviam-se juntos em iniciativas contra o "sistema"; quando na defensiva, apoiavam-se uns nos outros.

Na festa de quinta, fotos em branco e preto daqueles anos circulavam de mão em mão. Magros, barbudos e cabeludos os hoje respeitáveis senhores exalavam idealismo, fraternidade e juventude.

Como no poemeto "Quadrilha", de Drummond, cada um seguiria seu rumo, mas sem romper os laços daqueles anos. José Eduardo, o Zé, presta concurso e passa para ser procurador do município. Em primeiro lugar, pelo que lembram os colegas. Mesmo sendo do PT, é convocado para chefiar a assessoria jurídica da Secretaria de Negócios Jurídicos, então comandada por Cláudio Lembo. O prefeito era o inefável Jânio Quadros. Mas Cardozo servia São Paulo, claro.

Erundina vira prefeita e escolhe José Eduardo como secretário de Governo. Tempos bicudos. As melhores ideias já apresentadas para administrar uma megalópole foram obstadas pelo neófito PT de então, associado ao fisiologismo da larga porção conservadora da Câmara de Vereadores. O redator deste texto, então editor de política do Jornal da Tarde — publicação dirigida pelos Mesquita do Estadão — testemunhou algo inimaginável. O establishment anti-petista trabalhando por Erundina e o partido da prefeita atrapalhando a correligionária. Genoíno e Lula faziam de tudo para apoiar a prefeita. Em vão. Mais tarde Erundina deixaria o PT.
Amigos para sempre - ConJur
(Acima: João Alves da Silva, o Jacaré; Henrique e Ernesto Tzirulnik; Alberto Toron; Zé Eduardo; Fábio Ulhoa; e Roberto Leal)

José Eduardo perdeu pontos no PT por investigar seriamente patifarias atribuídas ao partido, como o caso Lubeca. Mas não perdeu as cores. Torna-se vereador e no segundo mandato faz uma gestão inatacável como presidente da Câmara Municipal. Eleito com a segunda maior votação do estado, Zé Eduardo enfrenta a sombra crepuscular do correligionário mais votado, José Dirceu — hoje fora do governo. José Eduardo Martins Cardozo vai ser ministro da Justiça, com o aplauso dos mais renitentes inimigos do PT.

Na festa de quinta-feira (16/12), os antigos colegas não cansavam de incensar seu passado. Um cara sereno. Tinha o respeito da militância esquerdista mas também a admiração dos adversários. Não por acaso. "Ele era, simplesmente, o melhor aluno em tudo", lembra Alberto Zacharias Toron. Havia prêmios à época. Cardozo faturaria na área de Processo Civil, Penal, Administrativo... "Confesso que colei muito do José Eduardo", ri-se Toron. Graduado, o futuro ministro da Justiça fez-se professor da PUC. No curso de mestrado, entusiasmados com Norberto Bobbio, em um tempo que o autor era quase desconhecido por aqui. José Eduardo incita e seus colegas topam: vão estudar italiano italiano na Casa de Dante.

Há alguma divergência sobre o ranking dos mestres que mais os marcaram, mas todos lembram com fervor de Osvaldo Aranha Bandeira de Mello; seu filho, Celso Antonio; Hermínio Alberto Marques Porto; Pedro Cunha; e Ronaldo Porto Macedo. Fazem parte desse Panteão, Tércio Sampaio Ferraz e Cláudio Ferraz Alvarenga.

Como aluno e como amigo, José Eduardo era uma unanimidade, dizem em coro seus colegas. Tranquilo, bem resolvido, sério. "Nós ainda vamos trabalhar para esse cara", dizia Ernesto Tzirulnik.

Nem foi por acaso que a reverência ao amigo reuniu antípodas ideológicos como Miguel Reale Júnior, Denise Frossard e artistas como José Domingos, Ulisses Souza, Toninho Ferraguti que, ao final da festa, se refestelaram com uma aplaudida apresentação, ao piano, do garoto prodígio, José Eduardo Martins Cardozo.

*Do elenco citado faltaram os nomes de Gilberto Bercovici, professor titular de Direito Econômico da USP, Alessandro Octaviani, professor doutor na mesma universidade, além de Eduardo Fanganiello de Carvalho Fernandes, o Eduzinho Prefeito; José Renê Pires de Campos, o Zé Renê; Marco Antônio Marques da Silva, o Itapê (hoje desembargador do TJ-SP), Ana Amelia Mascarenhas Camargo; Walter Lacerda; Edgard Pena Amorim Pereira, o Edgarzinho (hoje desembargador do TJ-MG); Juca Novaes; Marcelo Camargo, o “Marcelo Bandido”. E outros heróis juvenis que não sabemos onde estão...

Velhos tempos - ConJur

Foto de 1978, diante do Tuca, antes de um pindura no Paulino e em seguida a homenagem feita a professores cassados, como Florestan Fernandes, Paulo de Tarso Santos e Fernando Henrique Cardoso. Entre outros, pode-se ver na imagem Ernesto Tzirulnik, Zé Renê, Toron, Paulo de Tarso, Lessa, Miguel, Paulo, Irrene, Chiquinho, Inês, Renato, Sampaio, Ana Maria, Graça, Totonho (irmao do Mentor), Henrique Pacheco, Márcia, Andreas, José Mentor, Marques, Agamenon, Wagner Balera, Nelsonho, Sérgio Z, Rubnes e Bruno Blecher.


segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Momentos Decisivos - GDF..!!



Pessoal,

Reproduzo abaixo um e-mail que enviei para uns amigos interessados na política do DF e Federal. A idéia inicial era apenas escrever umas cinco linhas dando conta do que já se passa nos jornais, mas achei que o resultado texto ficou interessante e como eu precisava postar algo no Blog também, juntei o agradavél ao útil:

Até pouco tempo atrás parecia uma eternidade, mas enfim é chegado o momento do NOVO GOVERNADOR anunciar seu SECRETARIADO..!! Assim, como Dilma! Agnelo prometeu anunciar os nomes que irão compor o PRIMEIRO ESCOLÃO DO GOVERNO (pelo menos os principais) até o dia 15 de dezembro (dia da diplomação dos canditados eleitos)...!!!

Então....entre hoje e amanhã Dilma pretende revelar os 21 ministros faltantes.....e aqui no DF o Agnelo também deve soltar os nomes..!! Fiquem ligados...!!

No LEGISLATIVO.....a despedida começa essa semana, como os recessos na Câmara Legislativa - DF e no Congresso...!! Todo mundo ligando com os último lances do ORÇAMENTOS e os PROJETOS DE LEI....de prioridade do Governo que podem passar antes da porteira fechar..!!!

Fechado o anúncio do PRIMEIRO ESCALÃO do governo federal e GDF (time titular).....o meio de campo começará a ficar claro, assim como a tática e o jogo a ser jogado..!!

No EXECUTIVO é o momento então.....de retomar novas rodadas de conversa, agora para composição efetiva das áres de governo, anuncio dos nomes do SEGUNDO e TERCEIRO ESCALÃO  e a definição das primeiras ações prioritárias...!!!

No LEGISLATIVO....os parlamentares aproveitam as férias para, além de garantir suas indicações na composição de pastas....fazerem os acordos para eleição da Mesas das Casas Legislativas (moeda de barbalha)..!!!

RESUMINDO.....nos próximos dias, piscou o olho é certeza de perder o lance....restando assistir o REPLAY da jogada....!!!

PALPITES a conferir..!!

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